Juventude às Ruas!

Fim do massacre ao povo palestino! Fim dos ataques do Estado de Israel à Faixa de Gaza! Palestina LIVRE!!

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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

A Juventude vai à Embaixada Russa para dizer um Basta aos ataques homofóbicos!


O cheiro podre de inquisição volta a se fazer presente na Rússia. O governo de Putin que tem atacado os direitos mais elementares, não satisfeito em prender as “Pussy Riot” por protestarem, agora por via de leis homofóbicas que buscam eliminar as sexualidades que estejam fora da norma, dá o aval para grupos neonazistas “caçarem homossexuais” para depois se vangloriarem pelas redes sociais com as torturas e até assassinatos cometidos. A organização neonazista “Occupy Pedofilyaj”é a responsável por levar à frente a selvageria de “batizar com urina um gay para curá-lo”. Lamentavelmente casos como esse são corriqueiros não só na Rússia: também se expressam nos mais de cem mil manifestantes contra o casamento gay na França e nas clínicas de recuperação em distintos países da América Latina que não ficam para trás das políticas macartistas dos anos 60 que foram o pontapé para a revolta de Stonewall. No Brasil, apesar de um ou outro avanço conquistado pela luta do movimento LGTB - como o impedimento de que os cartórios se recusem a realizar o casamento gay - os casos de abuso e discriminação são parte da nossa vida cotidiana. O Brasil é o primeiro país em relação ao número de assassinatos a homossexuais, a cada dia um homossexual é morto no Brasil, as travestis tem perspectiva de vida de 35 anos, as transsexuais tem seu direito à saúde pública negado e as operações e os produtos para construção de gênero continuam restritos à ilegalidade e diminuindo ainda mais a expectativa de vida de uma travesti. Essa ilegalidade também é funcional para um mercado milionário das clínicas de aborto clandestinas, que é o recurso ao qual milhares de mulheres que conseguem pagar os altos custos são obrigadas a se sujeitar, enquanto outra centena de milhar de mulheres pobres e trabalhadoras, em tentativas desesperadas e frustradas de aborto, é sentenciada à morte pela presidente Dilma que se nega a legalizar o aborto seguro e gratuito. Já antes das Jornadas de Junho o movimento LGTTBI conseguiu arrancar avanços com relação ao matrimônio igualitário, durante Junho barramos a reacionária proposta de “Cura Gay” de Marco Feliciano e temos as condições de, nos mobilizando, arrancarmos muito mais direitos que nos são negados. A polarização que vem se expressando cada vez mais internacionalmente, tem sua expressão brasileira na falência da possibilidade de conquista gradual de direitos por dentro do regime propagandeada pelos governos do PT, o que temos visto desde o governo e o Congresso são os avanços das políticas e dos setores reacionários que vão do veto de Dilma aos Kits educativos ‘anti-homofobia’ e ‘sobre HIV’ até as propostas de “Cura gay” e o Estatuto do Nascituro. O que as Jornadas de junho demonstraram é que só é possível arrancarmos nossos direitos e lutarmos pela liberdade sexual a partir da organização e da consonância de nossas demandas com os demais setores oprimidos, de juventude e da classe trabalhadora. 



Em Julho, enquanto a mídia fazia alarde da “renovação vaticana” acerca dos discursos de Francisco na Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro, que dizia “não ser ninguém para julgar os gays”, sabemos muito bem que, além de ser retórica da pressão dos protestos de junho e do atual espírito da juventude que se levanta mundialmente, é falso frente à atuação prática que Francisco teve na Argentina empreendendo uma “guerra de Deus” contra a aprovação do casamento igualitário em 2011. O governo Dilma mantém o Acordo Brasil-vaticano aprovado no governo Lula que impede a livre educação sexual nas escolas impondo a educação moral católica e garante o financiamento estatal à Cúpula dessa obscurantista Instituição Eclesiástica. Sob o governo do PT ainda quase 100% das travestis e transsexuais são condenadas à prostituição e não chegam a terminar o ensino médio, não tem direito à identidade de gênero nem condições de saúde integrais. 
Exigimos: 

  • Fim do Acordo Brasil-Vaticano! 

  • Abaixo o Estatuto do Nascituro! 

  • Aborto legal, seguro e gratuito para não morrer! 


No Brasil de Dilma-Lula os homossexuais ocupam os postos mais precários de trabalho, na tercerização, no telemarketing, nos estoques e caixas de supermercados e na limpeza. Enquanto a juventude homossexual universitária e de classe média é direcionada aos guetos do “Pink Money” para poderem ter acesso ao lazer e direito ao prazer, os homossexuais da periferia e da classe trabalhadora são marginalizados a fazerem dos banheiros públicos e parques abertos seus espaços de satisfação sexual, sujeitando-se às piores condições de higiene, a inúmeras doenças e formas de violência, principalmente a violência policial que além de reprimir os homossexuais nas periferias, compactua, no mínimo, pela omissão em relação aos ataques de grupos homofóbicos organizados e dificulta qualquer tentativa de denúncia por parte do agredido por meio de hostilização, desprezo e mais violência nas delegacias. Não bastasse essa situação, o governo Dilma, para se eleger, costurou aliança com os setores mais reacionários da sociedade brasileira: ruralistas, ditadores e a reacionária bancada evangélica. Fez acordo com as cúpulas das Instituições Religiosas e impediu a possibilidade de avanço de qualquer demanda dos movimentos sociais sob seu governo. Tamanha foi a abertura de Dilma e do PT aos setores reacionários da sociedade que a Comissão dos Direitos Humanos da Câmara passou a ser presidida pelo publicamente reconhecido machista, racista e homofóbico Marco Feliciano (PSC), com a saída cortês do PT; que desde 2007 as agressões contra LGBTIs cresceu em 117%; que as cartilhas de educação sexual e de combate à AIDS foram proibidas de ser divulgadas nas escolas; que surgiram projetos de lei que buscam patologizar a homossexualidade e descarregar sobre a mulher a responsabilidade do estupro. 
Por isso gritamos: 

  • Fora Feliciano e toda a Comissão de Direitos Humanos! Por uma Comissão formada por organizações de direitos humanos e representantes dos movimentos negro, LGTBIs e de mulheres!

  • Abaixo a precarização do trabalho! Efetivação de todxs os terceirizadxs! Igual trabalho, iguais direitos! 

É necessária uma juventude independente do Estado e dos partidos patronais, que se proponha tanto a conquistar direitos elementares como o transporte, o trabalho, a saúde, a educação e a moradia; como também lute por derrubar esse sistema que sustenta a patologização, estigmatização e criminalização dos que decidimos orientar nossa sexualidade e/ou identidade de gênero que vá contra a heteronormativa. Porque queremos erradicar essa peste que é a moral repressora imposta, queremos não só sair, mas queimar os armários e construir uma nova sociedade onde não haja explorados nem oprimidos e possamos desfrutar plenamente de nosso desejo sem nenhuma etiqueta. 

Nessa sexta, 23/08 às 11:00 chamamos a nos manifestarmos em frente à Embaixada Russa na Avenida Lineu de Paula Machado, nº 1366, em repúdio aos grupos homolesbotransfóbicos e a lei que os incentiva aprovada recentemente pelo governo e o parlamento russo. Porque os direitos não se mendigam, se conquistam nas ruas lutando com todos os setores oprimidos. 
A Luta pela liberdade sexual é a luta contra o sistema capitalista! 

  • Basta de homolesbotransfobia! Revogação das leis repressoras e códigos contravencionais! 

  • Separação da Igreja do Estado! Liberdade às Pussy Riots! Desfacelamento imediato dos grupos homolesbotransfóbicos e neo-nazistas da Rússia e julgamento de suas ações por organismos internacionais de direitos humanos ligados aos movimentos LGTTBIs e de mulheres! 

  • Educação sexual em todas as escolas, gratuita, laica e de qualidade! Direito à identidade de gênero e a livre construção dos nossos corpos!

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Avança a Juventude sem Medo...

Con las banderas en alto
va toda la estudiantina!

Uma juventude ativamente internacionalista!
Juventude sem medo. Assim ficam conhecidos jovens trabalhadores, estudantes universitários e secundaristas chilenos, que retomam com força exemplar a luta iniciada em 2011 contra as heranças do regime pinochetista e a Lei Hinzpeter, por educação gratuita, de excelência, laica e não sexista, enfrentando-se com a burocracia estudantil e com as forças repressivas do Estado. É nossa tarefa apoiar ativamente, e extrair as lições estratégicas para enfrentar os desafios que teremos aqui!


Para derrubar as heranças de Pinochet!
Há 39 anos do golpe civil e militar de Estado protagonizado por Pinochet, vige no atual Chile neoliberal um sistema de regime binominal em que dois partidos ou coalizões lideram e hegemonizam as disputas pelo poder no país (a coalizão Concertación e o partido Renovación Nacional, do atual presidente). Sob o governo direitista de Piñera – administrador dos negócios da burguesia nacional e das burocracias sindicais –, com aprovação de 27%, a resposta às manifestações da juventude é repressão, apenas comparável à dos anos mais duros da ditadura. A polícia chilena tem como saldo de seus ataques assédio sexual e brutal violência contra meninas e mulheres, tortura, o assassinato do secundarista Manuel Gutiérrez, 16, morto durante marcha no ano passado, e de trabalhadores. Los pacos (Carabineros, a chamada polícia chilena), apoiam-se na Lei Hinzpeter de Segurança Nacional, que restringe direitos de organização e circulação de pessoas.
Não à toa, com o aprofundamento da crise capitalista e das tendências de luta de classes, os governos se lançam para aprovar ou reformar as chamadas Leis Antiterroristas, como a que existe no país desde a ditadura e reformulada por Piñera em 2010, ligando essa discussão com a questão dos povos originários no Chile, que se expressa na organização do povo Mapuche pelo reconhecimento de seu território. Isso posto, lança-se contra a polícia, o governo e as heranças da ditadura o mais amplo setor da juventude, aliado aos trabalhadores, jovens nos '70, que outra vez se opõem ao regime.


A educação não é mercadoria!
Seguem as privatizações e a precarização de toda educação chilena, vista como uma mercadoria pelo Estado e pela burguesia nacional, que garantem o lucro de poucos, o endividamento de milhões de famílias e a exclusão de muitos em todos os níveis do ensino, marcado pela realidade que assombra na América Latina o Chile e, em outra medida, o Brasil: o filtro social e racial do vestibular. Luta a juventude por educação gratuita e de qualidade, visando ampliar o acesso e acabar com o negócio da educação, na perspectiva das ocupações e autogestão das escolas feitas por alunos, professores e familiares, concretizando a possibilidade de decidirem os rumos do aprendizado e da construção do currículo escolar, como a experiência do colégio A90. Organizados em torno da Agrupação Combativa e Revolucionária (ACR) se reúnem mais de 300 jovens, reconhecidos por ser o setor mais consequente na luta contra a repressão e a polícia, e também pelo importante processo avançado de questionamento à burocracia estudantil, sobretudo na USACH, Universidade de Santiago do Chile.


Viva a aliança operário-estudantil!
A juventude não está sozinha. Os estudantes chilenos, conscientes do papel de sujeito reservado à classe trabalhadora, somam-se a milhares de trabalhadores numa mesma luta, apoiando-se em suas experiências de auto-organização e em seus métodos de democracia direta – assembleias, comandos de mobilização, atos, greves, ocupações – marchando junto a eles pelas ruas, solidarizando-se com suas necessidades e reivindicações. Assim, opõem-se como eles às suas direções burocráticas e conciliadoras. Como eles, compreendem que democratizar o ensino é colocar seus liceus e universidades a serviço da sociedade. A ACR busca fortalecer neste período a necessária aliança operário-estudantil, tomando um lado – o dos trabalhadores, explorados e com postos de trabalho cada vez mais precarizados – diante do acirramento da luta de classes.


Passamos de ser um dos países mais estáveis do mundo, para fazer parte deste que é o maior ascenso da juventude em todo o mundo desde 1968, com a luta pela educação gratuita (...) colocando em cheque a herança pinochetista e o regime herdado da ditadura. (...) as direções burocráticas aceitaram a política do governo de desvio, por isso não vencemos. (...) Mas a juventude, principalmente a secundarista volta a sair à luta, seu ‘segundo round’.”
LEIA NA ÍNTEGRA A ENTREVISTA COM ZONIKO, ativista do Hip Hop e do movimento estudantil chileno, e militante do PTR-CcC, parte da FT – http://www.juventudeasruas.blogspot.com.br/2012/09/entrevistamos-zonyko-ativista-do-hip.html


quarta-feira, 11 de julho de 2012

Direto de Madri, notícias de "La Marcha Negra" dos mineiros de todo Estado Espanhol que lutam corajosa e firmemente por suas reivindicações

Por Danilo Magrão - estudante de Ciências Sociais da Unicamp, militante da Juventude ÀS RUAS e da LER-QI



Agora são 3 hrs da manha em Madri. Acabo de chegar da Plaza del Sol. Hoje vi os mineiros do Estado Espanhol entrarem pelo arco do triunfo em Madri, com dezenas de milhares de vozes cantando seu belíssimo hino de proteção, Santa Barbara. Percorreram 400 km a pé, saindo de varias partes do pais para se encontrar na capital espanhola. A luz do Palácio de Calão era feita por centenas de pequenas lâmpada acopladas em capacetes. Fogos, bandeiras, cantos por toda parte. A cidade não dormiu para receber aqueles que são, segundo eles próprios, seus verdadeiros campeões. As pequenas luzes, a frente da cabeça, se multiplicaram, iluminaram desafiando a noite que pretende perpetuar Rajoy e toda a banca européia. Muitos choravam e a cada passo o grupo dos mineiros, com o rosto marcado pelo cansaço, era aplaudido com o mais profundo entusiasmo, e esses tiravam seus capacetes iluminados como quem agradece a receptividade do anfitrião. Mais lágrimas, mais fogos. La Marcha Negra, como foram chamados, entrou e desfilou sob Madri, com suas bandeiras de cada província levantadas receberam uma homenagem que sem dúvida ficará marcada no tempo. Em cantos chamam os inimigos à guerra, estão dispostos a fazer de tudo para vencer. Passaram ao meu lado com punhos cerrados e estendidos, e eu, espectador desse momento particular, também em lágrimas, mais do que nunca na minha curta vida, me convenci que faremos história ao seu lado.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Estudantes do Peru: "Solidariedade com a justa luta dos estudantes da Universidade de São Paulo-Brasil: força na sua luta companheiros!"

SOLIDARIEDADE INTERNACIONAL


FRENTE UNI
MANIFESTO PARA PUBLICAR NAS REDES SOCIAIS E ESPAÇOS DE IMPRENSA

Interados dos acontecimentos de barbárie e repressão brutais ocorridos na madrugada do dia 8 de novembro contra os estudantes da Universidade de São Paulo (USP) no Brasil, os estudantes do espaço “Frente Uni”, espaço que agrupa estudantes e formados da Universidade Nacional de Engenharia em Lima, Peru, não podemos ficar calados e nos mantermos indiferentes, pelo contrário, levantamos nossas vozes de enérgico rechaço à atitude repressora montada pelo Reitor João Grandino Rodas, sua burocracia acadêmica e o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, junto com seu secretário de Segurança Pública, além das diferentes instâncias que autorizaram a repressão e a culpabilidade dos diretos executores deste terrível feito.

Respaldamos a posição estudantil ao considerar uma simples desculpa do ato ao deter estudantes que estavam fumando, e que desembocou em uma manifestação entre os estudantes que impediam a detenção de seus companheiros por policiais, presentes no campus por um convênio realizado entre a Reitoria com a Polícia Militar.
Este incidente não pode desembocar em um grande operativo de repressão e persecução como a que se levou à cabo na madrugada de 8 de novembro, quando irrompeu a polícia militar com 400 homens, cavalaria, batalhões de choque, helicópteros, unidades caninas e outros setores de repressão dignos de uma dispersão de tropas de guerra, como se os mais perigosos e habituais inimigos da segurança pública se encontrassem nas aulas e espaços da USP. Universidade que reconhecemos muito importante na América Latina pelo seu papel na formação acadêmica e desenvolvimento de pesquisa científica dando oportunidades de estudo tanto a jovens brasileiros como a estudantes de vários cantos do mundo, entre eles muitos de nossos compatriotas peruanos.

No entanto, cenas como estas nos indicam que as autoridades sempre tendem a ser intolerantes e repressoras diante dos questionamentos, mais ainda de estudantes qualificados, potenciais agentes transformadores de uma sociedade muitas vezes sumidas na corrupção, o abuso e sobre tudo o abandono das necessidades do povo, em países como os nossos que apesar de assinalarem cifras macroeconômicas “em azul”, se encontram em “vermelho” problemas essenciais como a pobreza, a desigualdade, etc.
Não podemos nos manter calados mais ainda quando reconhecemos ao espaço em que participamos, como nascido em um contexto de reação frente à potencial ameaça de retorno ao governo nacional de um regime que representou para os estudantes universitários e população geral, um aparato de repressão sistemática, deleite de corruptos, desaparecimentos forçados, assassinatos por parte de grupos paramilitares orquestrados desde o Serviço de Inteligência Nacional e as altas esferas do governo e a condenação de milhares de nossos compatriotas à pobreza, ignorância e abandono. Tudo isso comandado e dirigido pelos, atualmente condenados, Alberto Fujimori e seu obscuro acessor Vladimiro Montesinos.

Denunciamos as torturas contra os estudantes vítimas deste operativo e nos somamos aos pedidos de anulação dos processos para os 73 estudantes que foram detidos. Neste cenário de cruel repressão, estudantes e formados da UNI não podemos esquecer que nossa casa de estudos também foi vítima de repressão similar, na madrugada de 2 de julho do ano de 2004, quando milhares de estudantes estivemos em pé de luta tratando de evitar a consumação de uma eleição de Reitor e vice-reitores orquestrada por um grupo de docentes corrupto e medíocre, bastante ligada ao governo nacional e que produto de uma infeliz ação contra, teve um número similar de estudantes detidos. Por isso, diante de fatos similares não podemos deixar de nos indignarmos e mandar nossas demonstrações das mais sincera solidariedade para com os estudantes da USP e a justa luta que estão levando a cabo.

SOLIDARIEDADE COM A LUTA DOS ESTUDANTES DA USP! 
ANULAÇÃO DOS PROCESSOS POLICIAIS AOS 73 ESTUDANTES QUE FORAM DETIDOS! 
FORA DA UNIVERSIDADE: POLÍCIA MILITAR! 
COMPANHEIROS DA USP: 
SEM LUTAS NÃO HÁ VITÓRIAS!


FRENTE UNI 
Lima, 21 de Novembro de 2011