Juventude às Ruas!

Fim do massacre ao povo palestino! Fim dos ataques do Estado de Israel à Faixa de Gaza! Palestina LIVRE!!

quarta-feira, 17 de julho de 2013

ABAIXO A REPRESSÃO DO GOVERNO ESTADUAL E DA REITORIA DA UNESP!

Por Juventude Às Ruas - Frente UNESP Marília e Frente UNESP Franca.


LUTAR NÃO É CRIME, LIBERDADE IMEDIATA ÀS/AOS ESTUDANTES PRESAS/OS! NÃO ACEITAREMOS NENHUM B.O OU PROCESSO! A JUVENTUDE DA UNESP NÃO SE CALARÁ!

Ocupação do prédio da Reitoria da Unesp em SP
Ontem, dia 16/07/2013, o prédio da reitoria da UNESP foi ocupado pela segunda vez em dois meses, frente à tentativa do reitor Durigan - que entrou de férias duas vezes para não falar com o movimento estudantil, de professores e trabalhadores - retroceder no encaminhamento da última reunião realizada entre a vice-reitora e o movimento estudantil que conseguia pontos parciais da nossa pauta, e da intransigência da burocracia acadêmica em atender o conjunto das reivindicações dos estudantes em luta há mais de três meses por permanência estudantil, acesso efetivo dos trabalhadores à universidade e democratização dos seus espaços deliberativos, contra a estrutura de poder vigente.

Para garantir o projeto de universidade elitista, racista, machista e homofóbico, a reitoria e o governo estadual, mandaram na calada da noite um grande efetivo de policiais militares para cumprir uma reintegração de posse no prédio público contra as/os estudantes que lutam pela melhoria da universidade, que todxs possam estudar e que sua função social seja cumprida: seu ensino e pesquisa em prol da maioria da população.

Agora, ainda há alguns estudantes presos no 2DP no Bom Retiro, sendo que aos poucos todos estão sendo fichados pela polícia militar por lutarem e vão sendo "liberados". A reitoria da UNESP, junto com a polícia irá dar continuidade em um processo contra nossos lutadorxs e nós devemos organizar desde já uma forte Campanha pela retirada de todos os processos!! NENHUMA PUNIÇÃO AQUELES QUE LUTAM!! Xs estudantes da UNESP mostram a força das suas ideias e não se intimidaram com a repressão policial e com a intransigência da reitoria, e em frente à delegacia cantam: "Governador, deu algo errado, é o DP que agora está ocupado" "Recua, PM recua, é o movimento estudantil que está na rua!" "Chega de chacina, eu digo fora PM ASSASSINA!" “Educação de qualidade, trabalhador na universidade”, deixando claro que o movimento estudantil da UNESP toma em suas mãos as demandas que ocuparam as ruas por todo o país e que a nossa luta aliada ao potencial transformador da classe trabalhadora só terminará quando tiver nossas pautas atendidas.
 Reivindicamos muito xs camaradas da Mídia Ninja (que esteve transmitindo ao vivo a ocupação desde a noite de 16/07) e de tantxs outrxs camaradas que estiveram todo o tempo divulgando noticiais mostrando as diversas facetas truculentas dos Cães de guarda da burguesia. Durante toda a desocupação os policiais do CHOQUE não estavam com nomes, vimos a agressão de um PM à uma estudante, a falta de um lugar adequado para que todos ficassem tendo uma estudante passado mal e foi levada ao hospital (o que até agora ninguém sabe qual foi), além do próprio processo de reintegração ter ocorrido sem um mandando e sem um oficial de justiça, sem contar os casos das inúmeras pessoas que estavam do outro lado de fora cerco e acabaram sendo levadas presas.

Reforçamos o chamado do Diretório Central dos Estudantes da Unesp – Fatec Helenira Resende a todas entidades estudantis, sindicatos, comissões de Direitos Humanos, advogados e todxs lutadores a prestarem solidariedade ativa ao movimento estudantil da UNESP e comparecerem no 2DP no Bom Retiro na Rua Jaraguá, 383.
Pela liberdade imediata de todos os presos políticos da UNESP! Não aceitaremos nenhum processo contra os lutadores! Fora PM das universidades, dos bairros, favelas e das nossas manifestações! Abaixo a estrutura de poder que mantém a universidade elitista, racista, homofóbica e repressiva! Por permanência estudantil efetiva e por cotas raciais proporcionais como parte da luta pelo fim do vestibular!




domingo, 14 de julho de 2013

Em Hortolândia, região de Campinas, estudantes e professores apoiam paralisação de metalúrgicos!

Foto: AGORA em Hortolândia... por aqui ninguém trabalha hoje... Com operário eh assim: dia de luta eh dia de luta. Mabe, Maxion e  Cafi prontas para a luta

Nós da Juventude às Ruas junto aos Professores pela Base, estivemos nessa última quinta feira, 11/07, dia de nacional de luta com paralisações e manifestações, prestando solidariedade aos trabalhadores da Mabe, AmstedMaxion, Caf entre outras empresas do distrito industrial de Hortolândia.

O acesso à fábrica foi bloqueado e logo na entrada do primeiro turno os trabalhadores, junto ao sindicato, organizaram uma assembleia conjunta, entre todos os trabalhadores do cordão industrial, onde deliberaram a paralisação e incorporação às manifestações que ocorreriam ao longo do dia, que dentre várias pautas, colocavam a questão da diminuição da jornada de trabalho, pelo fim do fator previdenciário, questionando a terceirização do trabalho e reivindicando também, melhores condições nos serviços públicos, como saúde, educação e transporte.

Ouvíamos, ao conversar com os trabalhadores e questionar sobre o processo de mobilização em curso, palavras sinceras de apoio e um ânimo contagiante ao dizerem: “A gente apoia às manifestações, mas tem muita coisa errada ainda, temos mesmo que parar tudo” (se referindo a participação ativa dos trabalhadores com seus métodos de paralisações e greve na produção).

Há cerca de dois meses, uma dessas empresas, a Mabe, passou por um processo de greve importante no qual os trabalhadores receberam apoio ativo da corrente Professores pela Base. Por conta dessa experiência de luta e também pelo momento privilegiado de politização em que se encontra o país inteiro, com a maior mobilização popular e de juventude em décadas, pudemos sentir a moralização dos trabalhadores quanto à solidariedade prestada pelos estudantes e professores ali presentes, se expressando um forte sentimento de unidade e uma expectativa de que todos os setores de trabalhadores se unam aos estudantes nessa aliança que é de fato revolucionária!


Viva a Aliança Operária-Estudantil!
Pelo fim da Terceirização e precarização do trabalho: incorporação
imediata dos trabalhadores! Abaixo o PL 4.330!
Pelo salário mínimo de acordo com DIEESE! (R$2.870,00).
Abaixo à repressão! Liberdade imediata a todos os presos por lutar!

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Dia nacional de greves e mobilizações - Campinas

Manifestação terminou de forma pacífica na frente da Prefeitura de Campinas

Por Marie C.,

Em Campinas a Juventude ÀS RUAS! esteve presente no ato convocado pelas Centrais Sindicais para o Dia Nacional de Lutas. O ato teve cerca de mil pessoas e compusemos um bloco de professores, trabalhadores da cidade, juventude secundarista e universitária.
Levantamos a solidariedade ativa à luta da classe trabalhadora, defendendo suas demandas reais, por entendermos que só é possível arrancar vitórias para a população fazendo viva a aliança operário-estudantil. Colocamos a centralidade da luta pela educação, saúde, moradia e transporte públicos e de qualidade, sob controle operário e popular! Denunciamos também a tentativa de desvio de Dilma, que diz ouvir a voz das ruas, mas cujo plebiscito não passa de enganação e enrolação. Nos colocamos também contra todas as formas de opressão, inclusive pautando o Fora Feliciano, rumo ao Estado Laico! Liberdade imediata a todos nossos presos políticos! Queremos ser a juventude, que aliada aos setores oprimidos sejamos aliados estratégicos da classe operária!

Viva a luta dos trabalhadores! Viva a aliança operária-estudantil!

11 de Julho: Na periferia de Campinas estudantes e professores realizam ato e panfletagem no Terminal Ouro Verde




Por Tatiane Lima

Nesse dia 11 de julho, dia nacional de mobilização e paralizações dos trabalhadores, nós da Juventude ÀS RUAS fomos ao Terminal Ouro Verde, na periferia de Campinas, em uma atividade chamada por professores da região, levar a nossa solidariedade e agitação aos trabalhadores do transporte, que não puderam paralisar, e chamar a população que circula diariamente pelo terminal para o ato das 17h – “ô Ouro Verde, vim convidar, às 17h Campinas vai parar!”.
Fomos com estudantes secundaristas e universitários nos somar aos professoresemum pequeno ato e panfletagem para discutir com os trabalhadores e usuários sobre a importância desse dia nacional de luta, no qual os trabalhadores do brasil entraram organizados para fazer parte do cenário de milhares nas ruas que o Brasil vem assistindo nas últimas semanas, colocando as suas demandas por trabalho e salário dignos, mas também por transporte, saúde e educação de qualidade. Agitamos palavras de ordem que iam desde a necessidade de um transporte estatizado para oferecer verdadeira qualidade aos trabalhadores e usuários, passando pela necessidade de educação e saúde dignas para os trabalhadores e para a população, até palavras de denúncia à tentativa do governo Dilma e da burocracia sindical de desviar a nossa luta com uma enrolação-farsa que é o plebiscito.
Fomos bem recebidos, com as pessoas ouvindo e mostrando a ânsia de querer fazer parte das discussões, além do claro apoio à juventude que se liga com os trabalhadores na luta para transformar a sociedade em um lugar melhor.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Juventude às Ruas junto aos trabalhadores da Volks, Mercedes, Scania e Toyota. Contra o governo e o patrão!

Juventude às Ruas segue da porta da fábrica da Volkswagen em caminhada até o Paço Municipal de São Bernardo. Outro ocorreu na cidade junto com Movimento Negro e setores do Movimento Passe Livre.

















Trabalhadores das fábricas da região de Osasco fazem concentração em frente a Meritor


Juventude às Ruas no ABC! Dia de paralisação!

Hoje, no dia de paralização nacional a Juventude às Ruas está presente na porta da fábrica da Volkswagen em São Bernardo.




Preparando os materiais ontem em Santo André...




Campinas: Juventude às Ruas participa da paralisação da refinaria petromíquica Replan em Paulínia

2013-07-11 08.10.53.jpg

Neste dia de luta nacional estivemos na Replan, prestando solidariedade ao trabalhadores da refinaria. Somente no turno da manhã, mais de 8.000 trabalhadores terceirizados da construção civil trabalham nessa fábrica, além de petroleiros, e trabalhadores da limpeza.
Temendo a mobilização do trabalhadores criminosamente a patronal promoveu um lockut, os ônibus fretados não passaram nos pontos e assim poucos trabalhadores chegaram a porta da fábrica. Do que chegaram a grande maioria é de um terceirizada que tem por volta de 300 trabalhadores,e estão com salários e vale refeição paralisados. Esse 300 trabalhadores se concentraram em frente ao portão da refinaria e hoje paralizaram suas atividades se somando ao dia nacional de lutas.
Dentre as discussões mais vivas entre os trabalhadores destaque para recente ações contra os pedágios que ganhou projeção nacionalmente, com várias cabines incendiadas. Tomamos conhecimento pela via dos trabalhadores que por causa dessa ação três trabalhadores foram presos pela PM que se atreveu a entrar dentro da fabrica para prendê-lo!

Viva a paralização dos trabalhadores! Viva aliança operário-estudantil!
Incorporação imediata de todos os trabalhadores sem necessidade de concurso público!
Pelo fim dos leilões do petróleo! Petrobras 100% estatal sobre controle dos trabalhadores!
Abaixo a repressão! Liberdade imediata a todos os trabalhadores presos por lutar!


quarta-feira, 10 de julho de 2013

Nota de esclarecimento sobre acusação de “agressão” por parte de militante da Juventude Às Ruas.


André Bof, militante da Juventude Às Ruas e LER-QI
Mateus Pinho, militante da Juventude Às Ruas


Nos últimos dias, tem circulado pelas listas de e-mails de coletivos feministas e outros grupos a acusação de que o companheiro Bof, militante da LER-QI e da Juventude Às Ruas, teria agredido uma companheira, chamada Laura, durante uma manifestação do dia 28/07, por transporte público, ocorrida em Osasco.

Segundo a acusação, ainda não formalizada em nota, mas apenas num e-mail enviado pela garota aos coletivos, o companheiro teria, durante determinado momento do ato, puxado os braços, empurrado e “enfiado o dedo em sua cara”, afim de intimidá-la e impor sua vontade política.Viemos por meio desta nota esclarecer que este fato não ocorreu, bem como pontuar esta questão.

Em diversos momentos de seu relato nos surpreendemos com o fato de que Laura mistura as acusações de agressão com avaliações e críticas sobre a atuação política dos membros de nossas organizações.

Isto fica especialmente claro quando, em conjunto com as acusações morais, nos acusa de não permitir que outros falassem ao mega-fone do ato, de impormos uma decisão unilateral sobre o trajeto e quando insinua que não respeitamos a comissão de organização e segurança do ato.
São todas acusações graves, porém políticas, as quais, estamos, estivemos e estaremos, sempre dispostos a responder visando o melhor para o movimento.

No entanto, há que, em primeiro lugar, tratar os debates de forma separada, para que não se confundam as questões e, assim, não se prejudique a busca por soluções e conclusões.

Desde o início da jornada, a Juventude Às Ruas esteve presente na “Frente popular democrática de luta contra o aumento”, o organismo que se formou para articular as iniciativas na região de Osasco, construindo e divulgando a luta.

Não há problema algum, no entanto, em dizermos que nesta frente existem profundas diferenças e diversos grupos políticos. Entre eles, correntes internas do PT (Partido dos Trabalhadores), do qual são filiados alguns dos militantes que nos acusam.
Durante o ato divergimos destes militantes em diversas questões, no entanto em momento algum impusemos nossa vontade à força. Não é nosso método.

Este é o plano político e a ele responderemos nas próximas plenárias de organização do movimento o que, se tomado de maneira séria, pode fortalecer o movimento.
Entretanto, o que queremos reforçar aqui é nossa surpresa e preocupação com o fato de que, somadas a estas acusações políticas, surgiram graves acusações morais contra um companheiro de nossa organização.

Estas acusações morais, no entanto, só podem ser definidas como calúnias e mentiras.

Como membros das comissões, tanto Bof (segurança) quanto Mateus (delegado e mobilização), estiveram a frente do ato ajudando a organizar o trajeto e as palavras de ordem, compartilhando a todo o momento o megafone e mantendo o ato coeso.

Como dissemos, as diferenças se expressavam e, num determinado momento próximo ao fim do ato, após Mateus, responsável pela organização, fazer uma consulta ao conjunto do ato sobre qual trajeto iria se seguir, foi aprovado uma proposta que não agradou aos membros do grupo de Laura, que foram para cima de Mateus para arrancar-lhe o megafone, gritar, etc.
Imediatamente, nossas e nossos companheiros puxaram Mateus para que viesse próximo de nós.

No meio desta situação, a única frase dita por Bof para Laura, que estava aos berros, foi: “Fale sua proposta para todo mundo ouvir, Laura. Não ajuda nada causar”.

Não houve contato físico, agressão verbal e nem sequer um tom de voz elevado.

A isto se seguiu que Laura e outros militantes, após um momento, vieram para cima do companheiro berrando e acusando-o de ter “enfiado o dedo na cara da garota” o que, ao fim do ato, em discussão com alguns militantes que trouxeram novamente as acusações “mescladas”, inclusive pontuando que “não permitiriam entrismo da LER-QI” em Osasco, foi negado pelo companheiro Bof, que se surpreendeu com a acusação.

O que muito nos surpreende é que tais acusações, políticas e morais, estejam mescladas, dando a entender que nos utilizamos de um método machista e burocrático para impor nossa decisão política. Nos perguntamos quais os objetivos desta denúncia? Igualmente, nos perguntamos quem se beneficiaria de uma acusação e métodos como estes?

Os companheiros, militantes de uma Juventude Revolucionária, entendem bem a luta cotidiana das mulheres contra toda a lógica machista imposta pela sociedade capitalista.
Atuam, ombro a ombro, com o Grupo de mulheres Pão e Rosas que buscam, a todo momento, demonstrar como a miséria machista é funcional e um instrumento de dominação capitalista.

Para a Juventude Às Ruas e para a LER-QI, a questão da luta das mulheres é uma questão de estratégia e sua defesa é um princípio. É uma acusação moral gravíssima que deve ser acompanhada da maior seriedade.

Sendo assim, por reconhecer nesta acusação uma calúnia e saber que em nenhum momento discutiu-se isto com nossas organizações ou com o membro acusado, estamos a disposição para discutir numa próxima plenária do movimento em Osasco, o conteúdo da acusação, para que se coloquem as claras todo o ocorrido e se dê a verdadeira importância a um tema vital para todo e qualquer um que se diga revolucionário.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Campinas: Os estudantes vão às fábricas!


Por Daniel Fernandes e Tatiane Lopes

Ontem, 05 de julho de 2013, a partir da deliberação da última assembleia do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, nós da Juventude ÀS RUAS Campinas, juntamente com estudantes independentes da Unicamp e estudantes secundaristas da cidade, construímos a atividade “Os estudantes vão às fábricas” com uma panfletagem na saída de uma das empresas localizadas no chamado “tapetão”, nas proximidades da Unicamp.

Diante do atual momento histórico em que vivemos, onde a juventude protagoniza uma das maiores mobilizações brasileiras das últimas décadas, num movimento que reivindica demandas democráticas, econômicas e sociais básicas, como a questão do transporte, da saúde e educação, questionando também os investimentos em eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas, se colocando contra Marco Feliciano que é a figura de um estado cada vez menos laico, repudiando aos absurdos do projeto de “cura gay” e estatuto do nascituro que são ataques diretos aos nossos corpos, entre outras demandas absolutamente sensíveis a juventude, destacamos a importância de nos aliarmos profundamente à classe trabalhadora, reconhecendo nela o sujeito histórico capaz de realizar as transformações que trabalhadores, juventude e povo pobre anseiam.

Hoje os trabalhadores em todo o Brasil reivindicam melhores condições de vida e trabalho, com a diminuição da jornada diária e melhores salários, além do fim do fator previdenciário; eles que produzem todas as riquezas do mundo tem o total direito de usufruir delas, nós da Juventude às Ruas entendemos que a luta desses trabalhadores é também a NOSSA LUTA e reinteramos o chamado feito pelas centrais sindicais de paralisação para o dia 11 de julho em todo o Brasil! Estamos ao lado dos trabalhadores! Se as mobilizações recentes já arrancaram vitórias importantes e que devem nos servir como exemplo de que a luta dá resultado, unificando trabalhadores e estudantes, independentes do governo, das burocracias sindicais e dos patrões podemos muito mais!

Queremos que essa primeira experiência de estar ao lado dos trabalhadores, trocando informações, ouvindo seus anseios e levando nossas ideias, de forma que se gere uma relação de confiança entre estudantes e trabalhadores, seja um exemplo e se generalize no conjunto do movimento estudantil, reavivando as melhores tradições do maio de 68 e sendo um passo importante na construção orgânica de uma aliança operário-estudantil.