Juventude às Ruas!
Fim do massacre ao povo palestino! Fim dos ataques do Estado de Israel à Faixa de Gaza! Palestina LIVRE!!
sábado, 12 de novembro de 2011
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Ato na Fundação Santo André em apoio a luta dos estudantes da USP.
Na madrugada do dia 8 de novembro, mais de 400 policiais ocuparam o campus da USP. Nessa violenta operação 73 estudantes foram presos, dentre eles quatro da Fundação, que foram até lá expressar apoio direto à causa dos estudantes. A militarização do campus é um grande ataque à autonomia universitária. A polícia não é a interlocutora entre os alunos e a REI-toria. A polícia é inimiga da classe trabalhadora! Ao invés de esgotar os canais de diálogo com os movimentos sociais que atuam na universidade a Reitoria optou pela ação violenta como solução para o impasse. A imprensa burguesa cumpriu um papel nefasto de mentiras e falsificação. Estamos recolhendo depoimentos dos professores da FAFIL que apoiam a luta dos estudantes. Fizemos uma reunião do Movimento Estudantil na FSA, (lamentavelmente sem a presença do DA). Esperamos que o DA convoque uma assembleia para que desde a FSA consigamos fortalecer ainda mais a luta dos estudantes da USP contra a presença da PM no campus e como isto afeta a todos. A reunião de caráter deliberativo levantou as seguintes reivindicações:
Sexta feira dia 11/11, convocamos um ato em apoio à greve dos estudantes e das consignas levantadas nesta luta! Concentração a partir das 19:00 horas na frente da FAFIL.
SOLIDARIEDADE ATIVA A GREVE DOS ESTUDANTES DA USP!
NÃO INDICIAMENTO DOS ESTUDANTES QUE FORAM PRESOS!
FORA PM DO CAMPUS DA USP, DOS BAIRROS OPERARIOS, DAS FAVELAS E DOS MORROS DO RIO!
REVOGAÇÃO DO CONVENIO RODAS/PM.
FIM DOS PROCESSOS JUDICIAS A TODOS OS LUTADORES E LUTADORES DA CLASSE TRABALHADORA!
VIVA A LUTA DA JUVENTUDE E DOS TRABALHADORES NO MUNDO!
Sexta feira dia 11/11, convocamos um ato em apoio à greve dos estudantes e das consignas levantadas nesta luta! Concentração a partir das 19:00 horas na frente da FAFIL.
SOLIDARIEDADE ATIVA A GREVE DOS ESTUDANTES DA USP!
NÃO INDICIAMENTO DOS ESTUDANTES QUE FORAM PRESOS!
FORA PM DO CAMPUS DA USP, DOS BAIRROS OPERARIOS, DAS FAVELAS E DOS MORROS DO RIO!
REVOGAÇÃO DO CONVENIO RODAS/PM.
FIM DOS PROCESSOS JUDICIAS A TODOS OS LUTADORES E LUTADORES DA CLASSE TRABALHADORA!
VIVA A LUTA DA JUVENTUDE E DOS TRABALHADORES NO MUNDO!
MOÇÃO DOS ESTUDANTES DA FAFIL EM APOIO A GREVE ESTUDANTIL DA USP
Estudantes da FAFIL – Fundação Santo André, em reunião deliberativa com dezenas de estudantes, ocorrida ontem 08-11 as 21h30. Frente ao ataque truculento da polícia durante a desocupação da reitoria da USP e as 73 prisões políticas de companheiros lutadores dentre eles quatro estudantes da FSA que se colocaram ativamente no combate a política de “segurança”, que visa validar a presença da polícia no campus da universidade de são Paulo hoje, além das perseguições a trabalhadores e estudantes que se colocam em enfrentamento direto contra o Estado e a estrutura de poder instaurada na USP na figura de Rodas.
Nos solidarizamos e prestamos apoio incondicional à greve estudantil votada ontem em Assembléia na USP e aos eixos do movimento, que desde 27-10 coloca na pauta do dia em nível nacional o fim do convênio entre USP e PM, com a saída imediata do efetivo da PM da universidade, fim dos processos administrativos e judiciais aos lutadores. Repudiamos a presença da polícia no campus, nos morros e nos bairros pobres e as perseguições aos lutadores que criminaliza os movimentos sociais. Exigimos:
- Nenhum processo judicial, administrativo ou qualquer outra forma de perseguição aos presos políticos.
- Saída imediata da PM no campus da USP e revogação do convênio entre USP e PM;
-Liberdade imediata e fim dos processos judiciais a todos os trabalhadores e estudantes que lutam hoje no mundo;
- Descriminalização dos Movimentos Sociais.
ASSEMBLÉIA MASSIVA VOTA PARALISAÇÃO NA UNESP EM RIO CLARO
Em massiva assembléia que reuniu centenas de estudantes da UNESP de Rio Claro, os estudantes votaram uma paralisação em apoio aos estudantes da USP.
Fora PM da USP e universidades! Fora PM dos morros e favelas! Nenhum processo aos lutadores!
Mais notícias em breve!
Moção de apoio do CAHIS-UEL aos estudantes da USP.
Nas universidades públicas brasileiras, tem se intensificado a repressão não só ao movimento estudantil, mas também, ao movimento de professores e funcionários. A presença da Polícia Militar escancara a tentativa do Estado de silenciar os movimentos da comunidade universitária que mostram justamente a negligência do Estado com a Universidade Pública. Esta presença também fere o princípio da autonomia universitária e impede o exercício do livre pensamento necessário para a atividade acadêmica, além de ferir diretamente a liberdade de expressão dos movimentos organizados.
Ao acompanhar os últimos eventos na USP nós repensamos a repressão dentro da nossa própria universidade, onde câmeras, muros, processos administrativos contra estudantes, incursões da PM, e policiais à paisana em nosso campus demonstram como o aparelho repressivo do Estado tem aparecido de diversas formas e em várias universidades.
Por isso o CAHIS-UEL em reunião ampliada deliberou o apoio a Greve Geral dos estudantes da USP, a luta pelo fim do convênio PM-USP e a luta contra a repressão em todas as universidades públicas.
Contra a criminalização dos movimentos sociais!
Por uma universidade pública autônoma e livre!
Contra a presença da PM no campus!
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Moção de solidariedade do IFCH aos estudantes da USP; liberdade aos presos políticos JÁ!
Nós, estudantes do IFCH em greve, e estudantes dos demais institutos, reunidos em Assembléia hoje (8/11), diante dos ocorridos esta manhã com nossos colegas na ocupação da Reitoria da USP, a partir da entrada de 400 efetivos da tropa de choque da Polícia Militar para desalojar e prender estudantes e dirigentes sindicais que lutam contra a PM no campus, contra o Convênio travado entre a USP e a Secretaria de Segurança Pública, e contra a repressão administrativa, votamos a mais irrestrita solidariedade aos colegas, presos políticos do Reitor Rodas, e exigimos sua imediata libertação!
Esclarecemos que para nós nem a questão de segurança (que, subordinada a essa estrutura de poder, só pode servir à Reitoria) nem a questão das drogas no campus constituem o central dos acontecimentos: o ponto crucial é a presença e permanência da Polícia Militar no campus. Como se evidenciou esta manhã, a PM é ativada para reprimir e desmantelar o movimento estudantil e dos trabalhadores, e militarizar a educação e a produção de conhecimento, em favor de um projeto de universidade atado à lógica privatista, criminalizando aqueles que lutam para substituí-lo por um projeto alternativo de universidade que o subverta pela raiz.
Nesse sentido, tiramos os seguintes eixos, enxergando os importantes nexos internos que a luta dos estudantes da USP pela expulsão da Polícia Militar mantém com a mobilização estudantil estadual e nacionalmente:
- Solidariedade ativa aos estudantes em luta contra a Polícia Militar no campus! FORA PM!
- Libertação imediata aos presos políticos da USP!
- Contra a criminalização dos movimentos sociais!
- Contra a abertura de processos internos que prejudiquem estudantes e trabalhadores combatentes!
- Apoio total à Greve Geral dos estudantes da USP!
Assembléia Geral do IFCH
8 de novembro
ESTUDANTES VOTAM GREVE EM MASSIVA ASSEMBLÉIA NA USP
Na histórica assembléia que está ocorrendo neste momento no prédio da Geografia e da História da USP os mais de 3000 estudantes presentes votaram greve geral estudantil já!
Os estudantes afirmaram em alto e bom som: liberdade a todos os presos políticos, nenhum processo administativo e judicial a todos manifestantes, Fora PM, revogação do convênio USP-PM, pela retira de todos processos administrativos e judiciais aos estudantes e trabalhadores!
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Porque a luta dos estudantes da USP tomou conta do país?
A reitoria e a mídia falam em "minorias". Por que será que a PM e o CHOQUE ocupam a faculdade inteira, impedindo trabalhadores de entrar nos seus locais de trabalho e proibindo os professores de lecionarem às aulas para impedir aglomerações estudantis? Deixam os 2000 estudantes do CRUSP trancafiados, impedidos de sair dos blocos? Dimenstein fala da Folha que os ocupados são só marginais sem causa, sem ideologia. Quanta movimentação do Estado e das forças repressivas (uma operação com o GATE e GOE) para criaturas tão inofensivas, mimadas!
O conflito da USP estrapolou os muros da universidade de maneira tão rápida porque tocou em um dos pilares centrais deste país: o pilar do porrete, da repressão, o papel que a polícia cumpre nesta sociedade arrasada, quando fugindo do "oba-oba" do crescimento econômico e do consumo das "classes médias" vemos a maioria da sua população mergulhada na miséria vivendo em um verdadeiro Estado de Sítio nas periferias e favelas Segue um vídeo abaixo da situação no complexo do alemão no Rio de Janeiro: toque de recolher, agressão indiscrimanada, assassinato a sangue frio da juventude negra. A ditadura esta no Alemão há alguns anos.
Abaixo a repressão aos estudantes da USP!
Nenhum processo contra os lutadores!
Fora PM da USP dos morros e das favelas!
A USP é um dos barril de pólvora, que explodiu;
incendiemos a UNESP de Marília!
NOTA PÚBLICA DOS PRESOS POLÍTICOS DA USP
São Paulo, 08 de novembro de 2011 - 14h15.
Nós, estudantes da USP, que lutamos contra a polícia na universidade e pela retirada dos processos administrativos contra estudantes e trabalhadores, viemos por meio desta nota pública, denunciar a ação da tropa de choque e da polícia militar na madrugada do dia 8/11.
Numa enorme demonstração de intransigência em meio ao período de negociação e na calada da noite, a reitoria foi responsável pela ação da tropa de choque da PM que militarizou a universidade numa repressão sem precedentes. Num operativo com 400 homens, cavalaria, helicópteros, carros especializados e fechamento do Portão 1 instalou-se um clima de terror, que lembrou os tempos mais sombrios da ditadura militar em nosso pais.
Resistimos e nos obrigaram a entrar em salas escuras, agrediram estudantes, filmaram e fotografaram nossos rostos (homens sem farda nem identificação). Levaram todas as mulheres (24) para uma sala fechada, obrigando-as a sentarem no chão e ficarem rodeadas por policiais homens com cacetetes nas mãos. Levaram uma das estudantes para a sala ao lado, que gritou durante trinta minutos, levando-nos ao desespero ao ouvir gritos como o das torturas que ainda seguem impunes em nosso país. Tudo isso demonstra o verdadeiro caráter e o papel do convênio entre a USP e a polícia militar.
A ditadura vive na USP. Tropa de choque, polícia militar, perseguições a estudantes e trabalhadores, demissão de dirigentes sindicais, espionagem contra ativistas e estudantes, repressão através de consultas psiquiátricas aos moradores do CRUSP (moradia estudantil).
Nós, que estamos desde as 5h sob cárcere e controle dos policias, chamamos todos a se manifestarem contra a prisão de 73 estudantes e trabalhadores por lutarem com métodos legítimos por seus direitos.
Responsabilizamos o reitor João Grandino Rodas, e toda a sua burocracia acadêmica e o governador do estado de SP Geraldo Alckmin, junto ao seu secretário de segurança pública, por toda a repressao dessa madrugada. Reafirmamos nossa luta contra a polícia, dentro e fora da universidade, que reprime a população pobre e trabalhadora todos os dias.
Fora PM!
Revogacao do convenio!
Retirada dos processos!
Liberdade aos presos politicos!
."Pode me prender, pode me bater, pode até deixar-me sem comer, que eu não mudo de opinião! Porque da luta eu não saio não!"




